Ela acordou bem cedinho, abriu a janela acima da cabeceira de sua cama e contemplou aquele lugar misterioso, cercado de montanhas e cantinhos que a faria imaginar-se num quadro, uma tela totalmente planejada, como se tudo estivesse no seu devido lugar, não em um lugar qualquer, mas no seu lugar.
Alguns meses atrás passava horas no seu estúdio cansada das mesmices do dia-a-dia, mas agora estava alí, disposta a correr riscos e enfrentar as barreiras que o mundo ia lhe impor, mas ela não tinha medo, a coragem, que não sabia de onde tirava, aquecia-lhe o coração e penetrava-lhe os ossos.
Não deixou-se levar pelo impulso, mas pelo sonho de alcançar lugares incrivelmente inimagináveis.
Foi um longo tempo até decidir pelo seu caminho. Não era fácil acordar todas as manhãs e fazer o serviço que pelo menos dois marinheiros deveriam fazer, mas aquele era seu barco, sua casa, alí ela podia tudo.
Cidades pequenas e pessoas incomuns da nossa realidade chamavam sua atenção dando-lhe sempre a oportunidade de conhecer um pouco mais.
Parecia um conto , daqueles que lemos em livros, ou vemos em filmes mitológicos. Pôs -se alí , na prôa de seu barco embalada pela canção que narrava sua tragetória. Aquele era seu lugar preferido, qualquer coisa além dalí seria incapaz de cobrir a felicidade que demonstrava nos olhos. Imagine-se em seu lugar, sentada com uma xícara de café, um prato de biscoitos, o vento gelado do fim de outono cortando-lhe o rosto, e ninguem mais, além da certeza de que amanhã teria um novo lugar, um novo projeto e a mesma tranquilidade de vida.
Não pensou em nada quando decidiu embarcar nessa nova etapa de vida, acreditava em si e tinha muita certeza daquilo que a fazia acordar todas as manhãs.
Jamais teria imaginado que ao escolher esse novo percurso encontraria aquele que a faria acreditar ainda mais no que escolhera pra si, que lhe faria sorrir ainda mais e lhe daria mais paz do que tinha naquele momento...
Mas esse, ja é outro capítulo dessa história.
Alguns meses atrás passava horas no seu estúdio cansada das mesmices do dia-a-dia, mas agora estava alí, disposta a correr riscos e enfrentar as barreiras que o mundo ia lhe impor, mas ela não tinha medo, a coragem, que não sabia de onde tirava, aquecia-lhe o coração e penetrava-lhe os ossos.
Não deixou-se levar pelo impulso, mas pelo sonho de alcançar lugares incrivelmente inimagináveis.
Foi um longo tempo até decidir pelo seu caminho. Não era fácil acordar todas as manhãs e fazer o serviço que pelo menos dois marinheiros deveriam fazer, mas aquele era seu barco, sua casa, alí ela podia tudo.
Cidades pequenas e pessoas incomuns da nossa realidade chamavam sua atenção dando-lhe sempre a oportunidade de conhecer um pouco mais.
Parecia um conto , daqueles que lemos em livros, ou vemos em filmes mitológicos. Pôs -se alí , na prôa de seu barco embalada pela canção que narrava sua tragetória. Aquele era seu lugar preferido, qualquer coisa além dalí seria incapaz de cobrir a felicidade que demonstrava nos olhos. Imagine-se em seu lugar, sentada com uma xícara de café, um prato de biscoitos, o vento gelado do fim de outono cortando-lhe o rosto, e ninguem mais, além da certeza de que amanhã teria um novo lugar, um novo projeto e a mesma tranquilidade de vida.
Não pensou em nada quando decidiu embarcar nessa nova etapa de vida, acreditava em si e tinha muita certeza daquilo que a fazia acordar todas as manhãs.
Jamais teria imaginado que ao escolher esse novo percurso encontraria aquele que a faria acreditar ainda mais no que escolhera pra si, que lhe faria sorrir ainda mais e lhe daria mais paz do que tinha naquele momento...
Mas esse, ja é outro capítulo dessa história.
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