Sento na velha cadeira ou no sofá, tanto faz,
teclado nas mãos deixo os dedos correr por eles,
musica, um copo de chá, não, não consumo mais a mesma droga de sempre,
minha vida vai bem obrigado.
A mente flui e os pensamentos vão surgindo,
vejo anéis, branco, e a neblina lá fora.
Caminho todos os dias sobre as pedras irregulares da cidade gélida,
gosto do que vejo, gosto de sentir o gelo cortando o rosto em forma de vento.
Já nem sinto mais meu corpo flutuando em vagos pensamentos,
todo dia, todo dia,
falo, falo, não me canso.
A noite libero o cansaço e ergo os braços embalando ao som da musica, I Blame coco,
de vez enquando até chico vem visitar,
som do gato, pelos e sininhos dos guizos frequentes na sala minuscula da kitinet.
Edito fotos
Aquele embalo tocado com samba e a voz misturada a mesma que toca na antiga radiola,
eh eh ele nao é de nada....
Retrato escrito no espelho, nas letrinhas misturadas na tela branca. Gosto da sensação.
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