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26 abril 2010

Auto cotidiano

Sento na velha cadeira ou no sofá, tanto faz,
teclado nas mãos deixo os dedos correr por eles,
musica, um copo de chá, não, não consumo mais a mesma droga de sempre,
minha vida vai bem obrigado.
A mente flui e os pensamentos vão surgindo,
vejo anéis, branco, e a neblina lá fora.
Caminho todos os dias sobre as pedras irregulares da cidade gélida,
gosto do que vejo, gosto de sentir o gelo cortando o rosto em forma de vento.
Já nem sinto mais meu corpo flutuando em vagos pensamentos,
todo dia, todo dia,
falo, falo, não me canso.
A noite libero o cansaço e ergo os braços embalando ao som da musica, I Blame coco,
de vez enquando até chico vem visitar,
som do gato, pelos e sininhos dos guizos frequentes na sala minuscula da kitinet.
Edito fotos
Aquele embalo tocado com samba e a voz misturada a mesma que toca na antiga radiola,
eh eh ele nao é de nada....
Retrato escrito no espelho, nas letrinhas misturadas na tela branca. Gosto da sensação.

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